quarta-feira, 30 de junho de 2010

Poção de Coragem


A maioria das pessoas sofre por falta de coragem em algum momento da vida. Às vezes falta coragem na hora de falar em público, na hora de expressar os verdadeiros sentimentos e em várias outras situações. Para resolver ou pelo menos amenizar o medo, existe a Poção da Coragem. Essa é uma poção extremamente poderosa para banir o medo. É feita com ingredientes que fortalecem ainda mais a magia da coragem.

*Ingredientes:
- Uma pedrinha de hematita.
- Um copo com água filtrada ou água da chuva.
- Uma colher de Artemísia

*Preparo:
No dia e na hora de Marte coloque um copo com água para ferver no seu caldeirão. Quando começar a ferver, apague o fogo e jogue a Artemísia dentro do caldeirão. Tampe-o e espere esfriar. Depois que esfriar, coe o líquido e guarde em um vidrinho com rolha (opcional). Coloque a pedrinha de hematita na garrafa com o líquido. Devolva as ervas para a Terra. Para usar essa poção, é só aspergir o líquido sobre a roupa que será usada (faça isso pedindo coragem aos Deuses).

terça-feira, 29 de junho de 2010

Os Trolls


Os Trolls foram humanóides, mas de forma monstruosa na aparência. Eram muito mais altos e mais amplos do que os homens. Tinham pele escamosa e pé chato sem dedos, e seu sangue era negro. Eram geralmente bastante estúpidos e não tinham sua própria língua. Não construíam ou criavam qualquer coisa. Acumulavam muitas riquezas que roubavam e, muitas vezes, comiam as pessoas que eles roubavam. Viviam em vários lugares: na Caverna-Troll, Colina-Trolls, Montanha-Troll e na Neve-Toll. A Pedra-Troll pode ter sido um termo geral que foi aplicado a todos os Trolls que se transformavam em pedra em contato com a luz solar.

Mulheres Celtas


Mulheres Celtas
Mulheres Guerreiras
Amadas e Amantes
Companheiras
Jamais cedem,
Jamais se submetem
Não são vulgares
Mudam de ares
Em seus ciclos de Encanto
Suas Energias são a Alegria
Que erradica os tormentos
E seus lamentos
São seus fragmentos em flor
A Natureza Bela e Formosa
Em todas as cores das Rosas
À sombra do Carvalho
Dançam Senhoras Maravilhosas!
São Luminosas como a Deusa
Tríplice, Encantadas, Iluminadas!

MANIFESTO DA MULHER CELTA


As mulheres de origem Celta eram criadas tão livremente como os homens.
A elas era dado o direito de escolherem seus parceiros e nunca poderiam ser forçadas a uma relação que não queriam.
Eram ensinadas a trabalhar para que pudessem garantir seu sustento, bem como eram excelentes amantes, donas de casas e mães.
Assim aprendiam:

- Ama teu homem e o segue, mas somente se ambos representarem um para o outro o que a Deusa Mãe ensinou: amor, companheirismo e amizade.

- Jamais permita que algum homem a escravize.
Você nasceu livre para amar, e não para ser escrava.

- Jamais permita que o seu coração sofra em nome do amor.
Amar é um ato de felicidade, por que sofrer?

-Jamais permita que seus olhos derramem lágrimas por alguém que nunca fará você sorrir.

- Jamais permita que o uso de seu próprio corpo seja cerceado.
Saiba que o corpo é a moradia do espírito, por que mantê-lo aprisionado?

- Jamais se permita ficar horas esperando por alguém que nunca virá, mesmo tendo prometido.

- Jamais permita que o seu nome seja pronunciado em vão por um homem cujo nome você sequer sabe.

- Jamais permita que o seu tempo seja desperdiçado com alguém que nunca terá tempo para você.

- Jamais permita ouvir gritos em seus ouvidos.
O Amor é o único que pode falar mais alto.

- Jamais permita que paixões desenfreadas transportem você de um mundo real para outro que nunca existiu.

- Jamais permita que outros sonhos se misturem aos seus, fazendo-os virar um grande pesadelo.

- Jamais acredite que alguém possa voltar quando nunca esteve presente.

- Jamais permita que seu útero gere um filho que nunca terá um pai.

- Jamais permita viver na dependência de um homem como se você tivesse nascido inválida.

- Jamais se ponha linda e maravilhosa a fim de esperar por um homem que não tenha olhos para admirá-la.

- Jamais permita que seus pés caminhem em direção a um homem que só vive fugindo de você.

- Jamais permita que a dor, a tristeza, a solidão, o ódio, o ressentimento, o ciúme, o remorso e tudo aquilo que possa tirar o brilho dos seus olhos a dominem,
fazendo arrefecer a força que existe dentro de você.

- E, sobretudo, jamais permita que você mesma perca a dignidade de ser mulher.

copiado de : cantinho dos sonhos

ANO NOVO RÚNICO - 29 de junho - Calendário Mágico


Primeiro dia do Ano Novo Rúnico, que é simbolizado por Feoh, runa da fortuna e da prosperidade.
Pegue esta runa de seu jogo, caso tenha um jogo de runas, e enterre-a junto com seu desejo escrito em um papel.
A runa deve estar de pé e o símbolo para cima!
Deixe por três dias e então desenterre.
Entre muitos covens da Antiga Tradição pagã,
esta é a data em que se inicia o ciclo rúnico anual.
É o dia de homenagear os Deuses Frey e Freya, acendendo velas, incensos e fazendo orações.

Código de Honra Rúnico
Em tudo o que fazes considera sempre primeiro as vantagens e desvantagens para com a tua familia e a tua gente.
Esforça-te para fazer sempre o bem, ou pelo menos o que é Justo.
Sê honesto para contigo e para com as outras pessoas.
Sê humile principalmente para com a tua família, mantem a chama divina sempre acesa dentro de ti, protege-a e consolida sempre essa chama.
Não dês a tua palavra em vão.
No Mundo, a confiança e a responsabilidade recaem primeiro sobre o teu povoe a tua gente.
Mantem-te bem centrado na tua fé.
Antes de acreditar na palavra de outrem certifica-te sempre primeiro de quem vem.
Sê honesto para com os outros e leva-os a saberem que sempre és honesto.
A Furia do momento joga com a loucura da verdade, manter a cebça no lugar é uma virtude.
Sabe quais batalhas deves travar e quais deves evitar e saber quando interromper um conflito.
Quando ganhas energias utiliza-as cuidadosamente.
O Valor e a Honra caminham sempre lado a lado, e os seus ecos continuam entoando mesmo que as montanhas se desmoronem.
Promete a amizade e os teus serviços aqueles que são dignos.
O amor e o cuidado para com a tua familia são e sempre serão um lobo em sua proteção.
Tem orgulho e entrega os teus esforços e desculpas sempre que deves faze-lo
Tente sempre estar nos olhos do mundo.
Toda a nossa gente deve sempre saber esperar antes de colocar qualquer difrenças entre si.
As leis da terra devem sempre que possivel ser obedecidas e sempre dentro da razão.
Tem orgulho do que é teu , da tua familia e do teu povo, eles são a promessa para o futuro.
Não descuides da tua companheira e de teus filhos.
Cada pessoa deve trabalhar no seu melhor para cada um, não importa se é algo pequeno ou grande, somos uma familia, todos, neste mundo e devemos nos ajudar mutuamente sempre.
Somente quando vivemos em harmonia com a ordem natural do mundo podemos caminhar individualmente e coletivamente.
A Busca pela Sabedoria é uma grande virtude, o amor pela verdade, a honra, o valor, a lealdade são as marcas de uma alma nobre.
Esteja preparado para o que o futuro te reserva.
Vive com todas as tuas alegria, tuas lutas e tuas ambiguidades.

Uma colaboração (não um conselho) pra você


Quando eu for bem velhinha, espero receber a graça de, num dia de domingo, me sentar na poltrona da biblioteca e, bebendo um cálice de vinho do Porto, dizer a minha neta:

- Querida, venha cá. Feche a porta com cuidado, sente-se aqui do meu lado. Tenho umas coisas para te contar.

E assim, dizer apontando o indicador para o alto:

- O nome disso não é conselho, isso se chama colaboração! Eu vivi, ensinei, aprendi, caí, levantei e cheguei a algumas conclusões. E agora, do alto dos meus anos, quero dividir com você.

Por isso, vou colocar mais ou menos assim:
- É preciso coragem para ser feliz.
Seja valente.
Siga sempre o seu coração.
Para onde ele for, seu sangue, suas veias e seus olhos também irão.
E satisfaça seus desejos. Esse é seu direito e obrigação.
Entenda que o tempo é um paciente professor que irá te fazer crescer, mas a escolha entre ser uma grande menina ou uma menina grande, vai depender só de você.
Tenha poucos e bons amigos.
Tenha filhos.
Tenha um jardim.
Aproveite sua casa, mas viaje ...vá a Fernando de Noronha, ao Pantanal...
Cuide bem dos seus dentes.
Experimente, mude, corte os cabelos.
Não corra o risco de envelhecer dizendo "ah, se eu tivesse feito..."
Tenha uma vida rica de vida.
E de verdade, acima de tudo!
Viva romances de cinema, contos de fada e casos de novela.
E tome sempre conta da sua reputação, ela é um bem inestimável.
Porque, sim, as pessoas comentam, reparam e, se você der chance, elas inventam também detalhes desnecessários.
Se for se casar, faça por amor. Não faça por segurança, carinho ou status.
A sabedoria convencional recomenda que você se case com alguém parecido com você, mas isso pode ser um saco!
Prefira a recomendação da natureza, que com a justificativa de otimizar os genes da reprodução, sugere que procure alguém diferente...
Mas para ter sucesso nessa questão, acredite no olfato e desconfie da visão.
É o seu nariz quem diz a verdade quando o assunto é paixão.
Se o casamento não der certo opte pela vida.
Faça do fogão, do pente, da caneta e do papel seus instrumentos de criação.
Leia, pinte, desenhe, escreva.
E, por favor, dance, dance, dance até o fim, senão por você, o faça por mim.
Compreenda seus pais. Eles te amam para além da sua imaginação, sempre fizeram o melhor que puderam e sempre o farão.
Cultive os bons amigos.
Eles são a natureza ao nosso favor e uma das formas mais raras de amor.
Não cultive as mágoas - porque se tem uma coisa que eu aprendi nessa vida é que um único pontinho preto num oceano branco deixa tudo cinza.
Era isso minha querida. Agora é a sua vez.
Por favor, encha mais uma vez minha taça e me conte:
- Como vai você?

Crônica de Maria Sanz Martins, revista AG.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Prémio Dardos


Fui contemplado com o Prémio Dardos pelo “Persona Rocha” do blog “Fritações” (http://personarocha.blogspot.com/). Fiquei muito grato e feliz pelo incentivo.

Amigo “Persona Rocha”, um muito obrigado!

O Prémio Dardos tem o objetivo promover a confraternização entre os bloggers. É uma forma de demonstrar com carinho o reconhecimento por um trabalho que agrega valor à Web.

Com o Prémio Dardos se reconhecem os valores que cada blogueiro emprega ao transmitir valores culturais, éticos, literários e pessoais; valores que demonstram criatividade e iniciativa através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, entre suas palavras.

domingo, 27 de junho de 2010

7 dias de carisma


A Lua Nova é tempo de planejar o que você quer tornar ação na Lua Crescente. Assim, meditações são sempre benvindas. Esta meditação é sobre amor e relacionamentos, pois sexta é o dia regido por Vênus

Você vai precisar de:
1 vela cor de rosa
1 copo com água
1 espelho grande o suficiente para ver todo o seu rosto
1 incenso de rosas
pétalas de rosa ou quartzos rosas
Pegue um copo cheio de água para beber depois. Se possível, forme um círculo com pétalas de rosas ou quartzos rosas e sente-se dentro. Acenda uma vela também cor de rosa. Se não tiver, pode ser branca. Acenda o incenso. Concentre-se e centre-se.

Quando estiver bastante tranquilo(a), pegue o espelho e observe seu rosto à luz de velas. Reflita sobre as seguintes questões:

Quem é você?
Você se ama?
Quem te ama?
Você trata as pessoas bem?
O que você tem feito para as pessoas que te amam?
O que você tem feito para as pessoas que você ama?

Você pode apenas refletir sobre essas questões ou também escrever em seu Livro das Sombras, pois pode ser um registro interessante.

Quando finalizar a reflexão, faça uma lista de sete coisas para fazer na próxima semana, uma por dia, relacionadas a esse assunto. Coisas simples. Exemplos: dizer ao seu irmão que você o ama, dar uma flor para a sua mãe, perguntar para o seu pai o que ele planeja fazer nas férias, comprar um presente para a sua melhor amiga, fazer o prato preferido do seu namorado etc.

Uma coisa simpática para cada dia, durante sete dias.

Quando terminar a lista, molhe os dedos com saliva e apague a vela suavemente. Deixe o incenso queimando até o fim. Beba a água. Sinta como se estivesse preenchendo seu corpo com toda a essência de amor que poderia estar lhe faltando.

Ao final dos sete dias, tendo completado todas as ações planejadas na listinha, acenda a vela novamente e queime o papel. Deixe a vela queimar até o fim.

Toda vez que realizar uma tarefa, desenhe com o dedo o formato de um coração em seu peito, para simbolizar o ato.

Existe algum ritual para eu começar bem o meu dia?


Sim, existem vários. Um bastante simples é você se levantar e sentar-se embaixo do lençol (como se fosse uma cabana) e visualizasse todas as coisas boas que deseja naquele dia. É um exercício simples de meditação que levará apenas uns dez minutos mas que te deixará relaxada para enfrentar o dia que vem pela frente. Outra dica bacana é deixar coisas bonitas à sua vista quando acorda, pois dizem que ver coisas agradáveis quando acordamos deixa o nosso humor melhor.

A mulher e a Lua


A palavra “menstruação” vem do latim mens e significa “lua” e “mês”. A primeira forma de medir o tempo foi pelo ciclo menstrual das mulheres. A sincronia entre o ciclo lunar e o menstrual refletia o vínculo entre as mulheres, a Lua e as deusas da fertilidade. O poder da mulher vem de seu sangue, e por isso ela não deve desprezá-lo, mas considerá-lo sagrado. O sangue menstrual liga a mulher ao poder da Criação.

Com o advento das sociedades patriarcais, o sangue menstrual passou a ser visto como sujo e maligno, o que não deixa de ser irônico, visto que o sangue menstrual é o maior indicativo da fertilidade de uma mulher.

A escritora Mirella Faür diz: “Enquanto que nas sociedades matrifocais as sacerdotisas ofereciam seu sangue menstrual à Deusa e faziam suas profecias durante os estados de extrema sensibilidade psíquica da fase menstrual, a Inquisição atribuía a esse poder oracular a prova da ligação da mulher com o Diabo, punindo e perseguindo as mulheres ‘videntes’. E assim originaram-se os tabus, as proibições, as crendices e as superstições referentes ao sangue menstrual”.

E continua: “Infelizmente, milênios de supremacia e domínio patriarcal despojaram as mulheres de seu poder inato e negaram-lhe até mesmo seu valor como criadoras e nutridoras da própria vida. reduzidas a meras reprodutoras, fornecedoras de prazer ou de mão-de-obra barata, as mulheres foram consideradas incompetentes, incapazes, desprovidas de qualquer valor e até mesmo de uma alma!”.

“Em vez dos antigos rituais de renovação e purificação (…), a mulher moderna deveria disfarçar, esforçando-se para continuar com suas atribuições cotidianas, perdendo o contato e sintonia com seu corpo e com a energia da Lua. O resultado é a tensão pré-menstrual, as cólicas, o ciclo desordenado, o desconhecimento dos ritos de passagem e dos mistérios da mulher”.

É complicado para as mulheres que moram em grande cidades se adaptar a esse ritmo. Nos afastamos tanto da Natureza que acabamos até mesmo ficando confusas com relação ao nosso corpo. Não deveríamos temer o natural, mas o que nos é imposto artificialmente.

Preocupamo-nos demais com consumismos e modismos e nos esquecemos de nosso poder como mulheres. Devemos retomar os antigos conhecimentos, estudar os antigos mitos lunares e reconhecer o poder mágico de nosso ventre. Desta forma, podemos nos reconectar à essência primordial de nossas vidas naturais.

As mulheres e a Terra


A conexão entre as mulheres e a Terra tem história. Desde o período Paleolítico, as mulheres são associadas à fertilidade pelo claro fato de darem à luz novas vidas. Assim, quando são encontradas esculturas como a Vênus de Willendorf (datada de 35.000 anos antes da era cristã), sabemos que a fertilidade da mulher era algo praticamente sagrado para os nossos ancestrais. A humanidade demorou para perceber que o homem tinha um papel na concepção, e por muito tempo acreditou-se que a gravidez era ocasional, ou senão, fruto apenas do misterioso corpo da mulher. Há inúmeras lendas à respeito da concepção. Existe uma famosa entre o meio pagão: acreditava-se que as mulheres ficavam grávidas quando tomavam banho de lua à noite, nuas. Na verdade, há uma série de lendas, dependendo da civilização.

Assim, aos poucos a mulher foi sendo comparada à tudo na Natureza que dava vida. A Terra, como a Deusa, tinha como sua representante humana a mulher. Nada de mais nessa comparação: se algum “ser divino” tinha o poder de criar novas vidas, obviamente deveria ser mulher, já que as fêmeas ficavam grávidas e davam à luz. Para os povos antigos, isso era muito claro e não havia problemas nessa visão. A conexão entre as mulheres e a Terra era óbvia para eles.

No entanto, com o passar dos anos, séculos, a instituição das cidades e o distanciamento da Natureza, as mulheres foram perdendo essa conexão diária e real. Hoje em dia, há muitas mulheres resgatando essa crença, o que as tem beneficiado na relação com seu próprio corpo e com o seu eu interior. Não se trata de feminismo, mas do resgate de uma crença no Sagrado Feminino. De forma alguma o Sagrado Masculino é ignorado ou mesmo desprezado, visto que se complementam. Apenas por sermos mulheres, enfatizamos o lado feminino. Simples assim.

Dessa forma, preparei um ritual simples de conexão com a Terra, que pode ser feito por qualquer mulher que esteja interessada. O objetivo do ritual é a harmonização interior e a afirmação do amor por si mesma e por tudo o que a cerca. Pensei em elaborar este ritual nesta época do ano, pois ela é extremamente favorável, partindo do ponto de vista da própria Natureza. Afinal, estamos chegando no Outono, época de repouso e equilíbrio. Estamos sob a regência de Peixes, um signo da água, caracterizado pela sensibilidade emocional e psíquica que nos dá acesso a outras dimensões conscientes e inconscientes. Da mesma forma, a Lua está regida pelo seu signo oposto, Virgem, um signo da terra que promove a ordem, o senso crítico e a estruturação. A combinação desses dois signos favorece o plantio de novas sementes em nossa vida, mentalmente e fisicamente. Podemos nos tornar menos críticas; julgar menos e aceitar mais, acessando novos planos de percepção. Você vai precisar para este ritual:
* 1 vela verde e 1 vela marrom;
* Uma cumbuca com sementes de qualquer espécie;
* Algumas folhagens ou flores silvestres;
* Uma taça com lama (água + terra);
* Incenso de lavanda;
* Essência de hortelã ou capim-santo;
* Pedras verdes e/ou marrons;
* Música com sons da Natureza ou sons de tambor;
* 1 pão de cereais;
* 1 copo de suco de verduras ou frutas.

Você pode dedicar este ritual a uma Deusa da Terra especifica do panteão que você trabalha, ou dedicá-lo de maneira geral à Grande Mãe Terra. Qualquer forma que você escolher estará correta. Algumas Deusas da Terra são: Cerridwen, Deméter, Bona Dea, Cibele e Gea.

Todo este material você vai organizar na forma de um altar, da forma como está habituada. Acenda as velas e o incenso. Unja seus pontos de poder (os chamados chackras) com a essência escolhida. Lance o círculo de forma usual e faça uma meditação para relaxamento, até achar que está pronta. Não demore menos de dez minutos com este exercício. Quando achar que está bom, visualize todos os itens no seu altar. Sinta-se na Natureza, pois você é Dela. Medite olhando para o fogo das velas… Depois observe como a água e a terra se completam virando a lama… Observe as sementes, que são os embriões de novas plantas, e pense no sentido da vida. Medite sobre todos esses aspectos. Diga para si mesma, finalmente: “Me sinto conectada ao Divino e com toda a humanidade”.

Feche os olhos e imagine-se banhada por uma luz verde brilhante que sai da Terra e imana por todo o seu corpo. Sinta como essa luz remove todos os pontos escuros de sua vida. Preste atenção em sua respiração, e veja como seu coração pulsa junto com o centro da Terra. Somos apenas Uma. Visualize uma luz rosa saindo de seu coração e misturando-se à luz verde. Então diga: “Amo a mim mesma e tudo aquilo que me cerca”.

Segure o pão e o copo de suco em suas mãos e consagre estes alimentos em nome da Deusa. Enquanto os ingere, sinta como está se conectando ainda mais com a Terra. Quando achar que está bom, agradeça à Deusa pelo ritual e desfaça o círculo. Enterre as sementes e jogue a lama por cima delas, assim como as folhas e flores. Enterre junto uma de suas pedras, como oferenda à Terra.

Bênçãos sobre todas nós…

O CAMINHO DO MAGO


1ª Lição – Existe um mago dentro de todos nós. Esse mago tudo vê e tudo sabe. O mago está além dos opostos da luz e das trevas, do bem e do mal, do prazer e da dor. Tudo o que o mago vê tem suas raízes no mundo invisível. A natureza reflete o estado de alma do mago. O Corpo e a mente podem adormecer, mas o mago está sempre desperto. O Mago possui o segredo da imortalidade.

2ª Lição – A volta da magia só pode acontecer com o retorno da inocência. A essência do mago é a transformação.

3ª Lição – O Mago observa o mundo ir e vir, mas sua alma habita as esferas de luz. Seu corpo é apenas o lugar que suas memórias chamam de lar.

4ª Lição – Quem sou eu? É a única pergunta que vale a pena ser feita e a única que jamais é respondida. É seu destino desempenhar uma série de papéis, mas esses papéis não é você.

5ª Lição – Os magos não acreditam na morte. A luz da consciência, tudo está vivo. Não existem inícios ou fins. As moléculas se dissolvem e se extinguem, mas a consciência sobrevive à morte da matéria na qual ela viaja.

6ª Lição – A consciência do mago existe em toda parte.

7ª Lição – Quando a sua percepção for purificada, você começará a enxergar o mundo invisível – o mundo do mago. Purificar-se consiste em livrar-se das toxinas da sua vida: emoções tóxicas, pensamentos tóxicos e relacionamentos tóxicos.

8ª Lição – O Poder do mago é o poder do amor, todos os outros poderes são destrutivos.

9ª Lição – O Mago vive num estado de conhecimento. Esse conhecimento é sua própria realização.

10ª Lição – Todos temos um eu-sombra que é parte de nossa realidade total, quando a sombra é curada se transforma em amor.

11ª Lição – O Mago é mestre na transformação, em busca da perfeição.

12ª Lição – A Sabedoria está viva, a incerteza que você sente interiormente é a porta de entrada para a sabedoria.

13ª Lição – A realidade de sua experiência é uma imagem especular dos seus pensamentos e expectativas.

14ª Lição – Os magos não lamentam as perdas, porque a única coisa que pode ser perdida é o irreal.

15ª Lição – O amor é mais que uma emoção, é uma força da natureza e, portanto tem que conter a verdade. O amor mais puro está onde é menos esperado, no desapego.

16ª Lição – Existem infinitas esferas de consciência, o mago sabe que existe simultaneamente em todas.

17ª Lição – Os buscadores nunca se perdem, pois recebem continuamente orientações espirituais que as pessoas chamam de coincidências. Não existem coincidências para os magos, cada acontecimento revela um plano espiritual Divino.

18ª Lição – A imortalidade da alma deve ser vivida hoje na mortalidade do corpo. O Mago tem consciência da batalha entre o ego e o espírito, mas sabe que ambos são imortais.

19ª Lição – Os magos não condenam os desejos, sabe que são sementes para germinar. Ensinam que você deve acalentar os desejos do seu coração por mais triviais que sejam, pois o conduzirão a Deus.

20ª Lição – O Maior bem que você pode fazer ao mundo é tornar-se um mago.

Autor : Deepak Chopra
Do Livro: O Caminho do Mago

TSARA DO CIGANO PABLO


Tsara do Cigano Pablo
Encanto e Magia Cigana

CONSULTAS DE BARALHO CIGANO,RUNAS E TAROT.CURSOS DE MAGIA CIGANA E WICCA.VIDÊNCIAS,MAGIAS E PREVISÕES,ORIENTAÇÂO ESPIRITUAL DENTRO DOS PRECEITOS CIGANOS,BRUXARIA E ORIXÁS.

A felicidade é o caminho!Assim,aproveite todos os momentos q você tem da melhor maneira possivel.

tel.34776894 91358852 Alex (Pablo)

FESTA CIGANA DA TSARA DO CIGANO PABLO

sábado, 26 de junho de 2010

Qualquer forma de amor vale a pena?


Cada um tem o amor que merece e a solidão que necessita. A felicidade no amor depende de vários fatores. Algumas pessoas desejam se casar e conviver todos os dias com a pessoa amada. Querem formar uma família e ter filhos. Outras preferem uma relação mais informal como morar junto.

Outros relacionamentos são diferentes, mas nem por isso, com menos amor. Preferem encontros ocasionais e se sentem felizes assim.

Alguns amores convivem escondidos dentro de um quarto de motel. Voltam para casa de energia renovada para enfrentar o batente do dia a dia.

Outros relacionamentos são apenas virtuais. Amor que convive apenas com e-mails, cartões e chats. Nesse amor diferente o que conta é o bate-papo, os sonhos e a imaginação. E o que a gente percebe é que algumas pessoas se sentem felizes apenas vivendo um amor virtual. Até quando? Não se sabe.

Outros casos de amor sobrevivem à custa de telefonemas longos. Basta ouvir a voz do outro e saber como ele está. Contar com esse amor diferente quando se está triste, nervoso ou desiludido. Não se manifesta o desejo de viver esse amor em plenitude, olho no olho. Vivem mergulhados no sonho de amor a distancia. Vivem a magia desse amor diferente feito de risos, conversas e reflexões. Alguns casais vivem seu amor dentro de um salão de baile no ritmo do bolero e do samba. Não precisam se encontrar todos os dias e nem dividir as mesmas contas, os mesmos problemas. Querem apenas o lado light do amor no cenário da música.

Se você vive um amor diferente das regras pré-estabelecidas pela sociedade faça um profundo exame de consciência. Sente-se feliz amando dessa forma? Ou vive à espera de que o outro se declare, lhe peça em casamento ou marque um encontro? A ansiedade vive nesse relacionamento? Se for assim esse relacionamento diferente não serve para você. Procure a forma de amar em que se sinta correspondido em seus anseios.

A frase mais sábia nos casos de amor é: "Um relacionamento tem que estar bom para ambas as partes". É assim que se mede o termômetro do afeto. Avalie como estão suas emoções. O amor em plenitude traz felicidade e emoções positivas. A palavra sacrifício, renúncia não deve existir num relacionamento amoroso seja ele qual for.

Ele tem que fluir espontâneo como um rio que contorna os obstáculos, mas não sacrifica sua nascente pura e límpida.

Para viver o amor adequado à sua estrutura emocional precisa saber o que você quer da sua vida. E isso só é possível quando estamos equilibrados no pensar, no sentir e no agir. Tem que haver um certo equilíbrio das suas emoções.

Precisa haver autoestima em alta. Amor próprio. Dignidade. Liberdade. E coragem para viver um amor diferente. Correr riscos também faz parte do amor, mas você está preparado para as conseqüências?

Viva seu amor de forma intensa e seja feliz à sua maneira desde que não prejudique ou sufoque a maneira de amar da pessoa amada.

Texto de Sandra Cecília

sexta-feira, 25 de junho de 2010

MORRIGAN


Cultuada na Irlanda, Grã-Bretanha e Gales, era a Deusa suprema da guerra, conhecida como Grande Rainha, Rainha dos Fantasmas ou Demônios, e Rainha Espectro. Especula-se que fosse ligada à Lua e venerada com ritos mágicos cruéis.

Ela é representada como fortemente armada, carregando duas lanças nas mãos, e seu grito de guerra era mais forte do que o de dez mil homens. Reinava sobre os campos de batalha, e tinha o poder de mudar de forma. Apresentava-se sempre que havia guerra, entre homens ou Deuses, em sua própria forma, ou sob o disfarce de um hoodie, corvo carniceiro.

Junto com Fea, Badb, Nemon e Macha, formava um quinteto de deusas guerreiras, que animavam os combatentes, inspirando-os com a loucura da batalha. Um antigo poema a retrata incitando um guerreiro:

“Sobre sua cabeça guincha
Uma bruxa magra, rapidamente pulando
Sobre a posição das armas e escudos;
É a grisalha Morrigan”

Morrigan, porém, também possuía um aspecto positivo, sendo a Deusa dos lagos, rios e águas frescas, patrona das sacerdotisas e das feiticeiras. Domina a vingança, a profecia, à noite e a magia, representando o aspecto da Anciã na Deusa Tríplice.

ÍSIS

Isis é a mais popular de todas as deusas egípcias, a deusa do amor e da magia, tornou-se a deusa-mãe do Egito.

Após a morte de Osíris, ela reúne os pedaços de seus despojos, se transforma em milhafre para chorá-lo, se empenha em reanima-lo e dele concebe um filho, Horus.
Ela defende a bico e unhas seu pequeno filho contra as agressões de seu perverso tio Seth.

Perfeita esposa e boa mãe de perfeito rei e sábio dos mortos, ela é um dos pilares da coesão sócio-religiosa egípcia.

Quando Osíris, seu irmão e marido, herdou o poder no Egito, ela trabalhou junto com ele para civilizar o Vale do Nilo, ensinando a costurar e a curar os doentes e introduzindo o conceito do casamento. Ela conhecia uma felicidade perfeita e governava as duas terras, o Alto e o Baixo Egito, com sabedoria enquanto Osíris viajava pelo mundo difundindo a civilização.

Até que Set, irmão de Osíris, o convidou para um banquete. Tratava-se uma cilada, pois Set estava decidido a assassinar o rei para ocupar o seu lugar. Set apresentou um caixão de proporções excepcionais, assegurando que recompensaria generosamente quem nele coubesse. Imprudentemente, Osíris aceitou o desafio, permitindo que Set e os seus acólitos pregassem a tampa e o tornassem escravo da morte.

Cometido o crime, Set, que cobiçava ocupar o trono de seu irmão, lança a urna ao Nilo (Há também uma versão que diz que Ísis ao saber o que havia ocorrido chorou profundamente e de suas lágrimas surgiu o rio Nilo), para que o rio a conduzisse até ao mar, onde se perderia. Este incidente aconteceu no décimo sétimo dia do mês Athyr, quando o Sol se encontra sob o signo de Escorpião.

Quando Ísis descobriu o ocorrido, afastou todo o desespero que a assombrava e resolveu procurar o seu marido, a fim de lhe restituir o sopro da vida. Assim, cortou uma madeixa do seu cabelo, estigma da sua desolação, e o escondeu sob as roupas peregrinando por todo o Egito, na busca do seu amado.

Por sua vez, e após a urna atingiu finalmente uma praia, perto da Babilônia, na costa do Líbano, enlaçando-se nas raízes de um jovem pé de tamarindo, e com o seu crescimento a urna ascendeu pelo mesmo prendendo-se no interior do seu tronco e fazendo a árvore alcançar o clímax da sua beleza, o que atraiu a atenção do rei desse país, que ordenou ao seu séquito que o tamarindo fosse derrubado, com o propósito de ser utilizado como pilar na sua casa.

Enquanto isso, Ísis prosseguia na sua busca pelo cadáver de seu marido e, ao escutar as histórias sobre esta árvore, tomou de imediato a resolução de ir à Babilônia na esperança de alcançar o sucesso da sua odisséia. Ao chegar ao seu destino, Ísis sentou-se perto de um poço. Ostentando um disfarce humilde, ela brindou os transeuntes que por ela passavam com um rosto lindo e cheio de lágrimas.

Tal era a sua beleza e sua triste condição que logo se espalharam boatos que chegaram ao rei da Babilônia, que, intrigado, a chamou para conhecer o motivo de seu desespero. Quando Ísis estava diante do monarca solicitou que permitisse que ela entrelaçasse os seus cabelos. Uma vez que o regente ficou perplexo pela sua beleza, não se importou com isso, assim Ísis incensou as tranças que espalharam o perfume exalado por seu lindo corpo.

Fazendo a rainha da Babilônia ficar enfeitiçada pelo irresistível aroma que seus cabelos emanavam. Literalmente inebriada por tão doce perfume dos céus, a rainha ordenou então a Ísis que a acompanhasse.

Assim, a deusa conseguiu entrar na parte íntima do palácio do rei da Babilônia, e conquistou o privilégio de tornar-se a ama do filho recém-nascido do casal régio, a quem amamentava com seu dedo, pois era proibido a Isis ceder um dos seios, o Leite de Isis prejudicaria a criança.

Apegando-se à criança, Ísis desejou conceder-lhe a imortalidade, para isso, todas as noites, a queimou, no fogo divino para que as suas partes mortais ardessem no esquecimento. Certa noite, durante o ritual, ela tomou a forma de uma andorinha, a fim de cantar as suas lamentações.

Maravilhada, a rainha seguiu a melopéia que escutava, entrando no quarto do filho, onde se deparou com um ritual aparentemente hediondo. De forma a tranqüilizá-la, Ísis revelou-lhe a sua verdadeira identidade, e terminou o ritual, mesmo sabendo que dessa forma estaria a privar o pequeno príncipe da imortalidade que tanto desejava oferecer-lhe.

Observando que a rainha a contemplava, Ísis aventurou-se a lhe confidenciar o incidente que a fez visitar a Babilônia, conquistando assim a confiança e benevolência da rainha, que prontamente lhe cedeu a urna que continha os restos mortais de seu marido. Dominada por uma imensa felicidade, Ísis apressou-se a retirá-la do interior do pilar. Porém, o fez de forma tão brusca, que os escombros atingiram, mortalmente, o pequeno príncipe.

Com a urna, Ísis regressou ao Egito, onde a abriu, ocultando-a, nas margens do Delta. Numa noite, quando Ísis a deixou sem vigilância, Seth descobriu-a e apoderou-se, uma vez mais dela, com o intento de retirar do seu interior o corpo do irmão e cortá-lo em 14 pedaços e os arremessando ao Nilo.

Ao tomar conhecimento do ocorrido, Ísis reuniu-se com a sua irmã Néftis, que também não tolerava a conduta de Seth, embora este fosse seu marido, e, juntas, recuperaram todos os fragmentos do cadáver de Osíris, à exceção, segundo Plutarco, escritor grego, do seu sexo, que fora comido por um peixe.

Novamente existe uma controvérsia, uma vez que outras fontes egípcias afirmam que todo o corpo foi recuperado. Em seguida, Ísis organizou uma vigília fúnebre, na qual suspirou ao cadáver reconstituído de seu marido:

“Eu sou a tua irmã bem amada. Não te afastes de mim, clamo por ti! Não ouves a minha voz? Venho ao teu encontro e de ti, nada me separará!” Durante horas, Ísis e Néftis, com o corpo purificado, inteiramente depilado, com perucas perfumadas e boca purificada por natrão, pronunciaram encantamentos numa câmara funerária, impregnada por incenso.

A deusa invocou então todos os templos e todas as cidades do país, para que estes se juntassem à sua dor e fizessem a alma de Osíris retornar do Além. Uma vez que todos os seus esforços revelavam-se vãos, Ísis assumiu então a forma de um falcão, cujo esvoaçar restituiu o sopro de vida ao defunto, oferecendo-lhe o apanágio da ressurreição.

Ísis em seguida amou Osíris, mantendo o vivo por magia, tempo suficiente para que este a engravidasse. Outras fontes garantem que Osíris e a sua esposa conceberam o seu filho, antes do deus ser assassinado. Após isso ela ajudou a embalsamá-lo, preparando Osíris para a viagem até seu novo reino na terra dos mortos, tendo assim ajudado a criar os rituais egípcios de enterro.

Ao retornar à terra, Ísis encontrava-se agora grávida do filho, concebendo assim Hórus, filho da vida e da morte, a quem protegeria até que este achasse-se capaz de enfrentar o seu tio, apoderando-se (como legítimo herdeiro) do trono que Seth havia usurpado.

Algum tempo antes do parto, Seth aprisionara Isis, mas Tot, vizir de Osíris, a auxiliara a libertar-se. Porém, ela ocultou-se, secretamente, no Delta, onde se preparou para o nascimento do filho, o deus-falcão Hórus. Quando este nasceu, Ísis tomou a decisão de dedicar-se inteiramente à árdua incumbência de velar por ele. Todavia, a necessidade de ir procurar alimentos, acabou deixando o pequeno deus sem qualquer proteção.

Numa dessas ocasiões, Seth transformou-se numa serpente, visando espalhar o seu veneno pelo corpo de Hórus, quando Ísis regressou encontrou o seu filho já próximo da morte. Entretanto, a sua vida não foi ceifada, devido a um poderoso feitiço executado pelo deus-sol, Rá. Ela então tomou providências para o manter Hórus em lugar secreto, até que ele pudesse ter condições de buscar a vingança em uma longa batalha, que significou o fim de Seth.

A mágica de Ísis foi fundamental para ajudar a conseguir um julgamento favorável para Osíris. Suas habilidades mágicas melhoraram muito quando ela tirou proveito da velhice de Rá para enganá-lo, fazendo-o revelar seu nome e, assim, dando a ela acesso a um pouco do seu poder.

Ísis era uma mãe e uma deusa amorosa e tudo perdoava a seus seguidores. Ísis era anterior a toda a Criação, era paciente e sábia. Como a Abençoada Virgem Maria, tão conhecida atualmente no Ocidente e no Oriente, a rainha Ísis concebera seu divino filho por meios divinos. Do morto e castrado esposo Osíris, ela extraiu por conta própria a semente viva. Com freqüência, Ísis é retratada amamentando o filho Hórus.

Muitas vezes foi retratada por pintores e escultores com o divino filho Hórus sobre o joelho. Tinha o busto nu em total inocência para alimentar o jovem deus Hórus.

INCENSO DE BOM AUGÚRIO


6 pétalas de rosa 15g de mirra 30g de sangue de drago 15g de sassafrás 15 flores de laranja 15g de juníparo 15 gramas de salva Usando um almofariz e um pilão, reduza a pó e misture todos os ingredientes secos juntos numa noite de lua nova, enquanto visualiza as coisas de que precisa e que deseja. O incenso do Bom Augúrio pode ser queimado sobre carvões em brasa enquanto realiza encantamentos mágicos e rituais que envolvam dinheiro, sorte e oportunidade. Fonte: "Wicca - A Feitiçaria Moderna", de Gerina Dunwich. INCENSO DO DEUS - 15g de tintura de benjoim 1g de óleo de sândalo 1g de óleo de olíbano 1g de óleo de mirra salitre 30g de carvão em pó 1 pitada de assafétida seca 1 pitada de cardo-santo seco 1 pitada de hortelã-pimenta seca Numa pequena tigela misture o benjoim e os três óleos. Adicione uma pitada de salitre e agite bem. Usando um almofariz e um pilão, reduza a pó o carvão e as ervas secas e, então, lentamente, junte-os à mistura de óleos e salitre. Continue agitando até que se forme uma massa grossa. Espalhe a mistura num recipiente pequeno, quadrado e bem untado, de vidro ou de cerâmica (pode ser usada também uma pequena caixa de metal ou de plástico revestida de alumínio) e deixe-a secar por 45 minutos. Usando uma faca afiada ou um punhal cerimonial de cabo branco, corte o incenso em pequenos quadrados, retire-o do recipiente e consagre-o antes de usar. O Incenso do Deus pode ser queimado como poderoso incenso de altar para glorificar e/ou invocar o Deus, afastar todas as energias negativas e ampliar os trabalhos mágicos de todos os rituais wiccanos.

Fonte: "Wicca - A Feitiçaria Moderna", de Gerina Dunwich.

INCENSO EGÍPCIO DO AMOR


Prepare esse incenso à luz de uma vela vermelha ou rosa numa noite de lua nova. 15g de benjoim 15g de canela 15g de galangal 15g de olíbano 30g de mirra 3 gotas de mel 3 gotas de óleo de lótus 1 gota de óleo de rosa 1 pitada de semente de íris seca e em pó Usando as mãos nuas, misture o benjoim, a canela, a galangal, o olíbano e a mirra numa grande tigela não-metálica. Adicione o mel, os óleos de lótus e de rosa e a raiz de íris. Misture bem enquanto recita o seguinte encantamento mágico: PELO ANTIGO E MÍSTICO PODER DE ÍSIS, DEUSA SUPREMA DE DEZ MIL NOMES E SÍMBOLO DA MATERNIDADE DIVINA E DO AMOR, EU CONSAGRO E DEDICO ESTE INCENSO COMO INSTRUMENTO PODEROSO DE MAGIA DO AMOR. PELO FOGO DO SOL, PELO FOGO DA LUZ, QUE ESTE INCENSO SEJA CARREGADO NO NOME DIVINO DE ÍSIS, SENHORA DOS MISTÉRIOS E BELA DEUSA DA MAGIA E DO ENCANTAMENTO. ABENÇOADO SEJA SOB O NOME DE AHIO, ARIAHA, ARAINAS E KHA. QUE ASSIM SEJA! Cubra bem a tigela com uma toalha plástica e deixe-a repousar por, pelo menos, duas semanas em local escuro e tranqüilo para maturar. Usando um almofariz e um pilão, moa os ingredientes de amor como "pó do amor" ou queime-o num bloco de carvão em brasa, como incenso mágico para atrair amor, reunir parceiros afastados ou invocar as deidades egípcias antigas (especialmente ísis e Hathor).

Fonte: "Wicca - A Feitiçaria Moderna", de Gerina Dunwich.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

TERRA


Ponto Cardeal: Norte.
Elemental: Gnomo.
Cor: Verde, Marrom, Preto.
Instrumento mágico: Pentáculo.
Aroma: benjoim, canela, incenso.
Propriedades: prosperidade, riqueza, negócios, abundância, realização.
Materiais associados: Pedras, Terra, Ervas, Metais, Sal.
Para alguns, o elemento Terra é aquele ao qual o homem está mais adaptado. Afinal de contas, a Terra é nossa morada, nosso corpo é material e em boa parte de nosso dia-a-dia estamos em contato com este elemento e suas propriedades.
Ao trabalhar com a Terra, devemos pedir concentração, prosperidade, abundância.
Quando consagramos um instrumento, devemos passá-lo na Terra antes de qualquer outro elemento, para simbolizar sua criação, uma vez que a Terra consconstrói, dá forma e edifica.