sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

ORAÇÃO DA ABUNDANCIA

Pai, que habitas o meu intimo e que és a minha vida, agradeço-te porque criaste este mundo de riqueza e bem-estar para mim e para todas as pessoas. Tudo o que é teu é meu porque eu sou teu filho legitimo, o herdeiro universal. Pelo teu poder infinito que tudo me alcança, sei que daqui para a frente a riqueza divina jorra para mim como chuva torrencial. Minha situação financeira está melhorando sempre mais e mais a cada dia, minhas dividas estão pagas na mente divina, meu emprego é uma realidade maravilhosa e minha casa está cercada de todo o conforto.Sei que és meu pai e que nada me faltará porque em ti só existe abundância e prodigalidade. Muito Obrigado!Sou perfeito, alegre e forte. Tenho amor e muita sorte.Sou feliz e inteligente. Vivo positivamente.Tenho paz, sou um sucesso. Tenho tudo o que eu peço.Acredito firmemente que DEUS esta no meu subconsciente.E que assim seja!!!Amém

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Antiguidade da Bruxaria


Muitas bruxas dizem que a sua Arte é tão antiga quanto a humanidade. A Feitiçaria vem da época em que os homens das cavernas desenhavam em suas paredes os animais que desejavam caçar, para garantir assim a captura da alma do animal antes do dia seguinte. Isso é conhecido como magia simpática e pode ser considerada a primeira forma de Bruxaria a existir no mundo. Tudo o que os nossos ancestrais conheciam era a fertilidade dos animais e dos humanos; a agricultura ainda não tinha sido desenvolvida. O princípio misterioso da vida vinha da Natureza e conduzia o mundo adiante.

Era um mundo de florestas e montanhas, de caça a animais enormes e mais fortes, da segurança de sua caverna, do calor do fogo recém-descoberto, das estrelas à noite, da fusão dos quatro elementos em suas vidas.
Eles viam a Lua ficar cheia e ficar vazia, em uma eterna dança que se repetia, assim como as mulheres às vezes davam à luz novos membros da tribo, garantindo a sua continuidade. Todo mês as mulheres sangravam muito e não morriam, e esse era um grande mistério para os antigos. A mulher era o símbolo da fertilidade.
Os primeiros trabalhos artísticos foram enormes estátuas de mulheres com seios grandes e ventre cheio, uma clara representação da Mãe. Muitos afirmam que essas são as primeiras imagens formadas de um possível culto à Deusa, o que pode ser ou não verdade. O que é fato mesmo, é que a mulher era tida como sagrada por ter o “dom” de dar origem a novas vidas. Naquela época, o homem ainda não estava associado à reprodução.
Tais estátuas não parecem ser retratos. Elas representam o princípio abstrato da fertilidade, da vida; por que não poderia ser uma Deusa da fertilidade?
Ligada à mulher estava a Magia. Foi encontrada na Argélia um desenho Paleolítico muito interessante. Alguns inclusive dizem que é o desenho mais antigo de uma bruxa. Trata-se de uma mulher em pé com os braços erguidos, em uma posição de invocação. De sua região genital, uma linha passa para a região genital de um homem. Este é mostrado um pouco agachado, preparando-se para lançar uma flecha com seu arco. Em volta dele estão alguns animais, e a flecha está sendo mirada em direção a um grande pássaro que se parece com um avestruz.

Esta é claramente uma representação da caça mágica: uma mulher em casa praticando magia para possibilitar que seu homem possa ser bem sucedido na caçada e conseguir alimento.
Apesar de o desenho ser primitivo, está relativamente bem feito. A mulher é representada em um tamanho maior que o homem, significando a sua importãncia, e parece usar algumas jóias mágicas, uma faixa e alguns amuletos em ambos os braços. Aliás, braços levantados como se estivesse acontecendo uma invocação são freqüentes nas artes mais antigas.
Outra figura bastante famosa da Idade da Pedra foi o “Feiticeiro”, encontrado na Caverna des Trois Fréres, em Ariége, França. Mostra uma figura dançando, meio homem, meio animal, com os chifres grandes de um veado. Algumas autoridades consideram esse desenho um homem mascarado, outros, um Deus de Chifres.
Hoje em dia, ainda há o culto a uma Deusa da fertilidade e a um Deus de chifres. É claro que isso não prova uma herança direta dos tempos antigos, com exceção daquela que mantemos em nossas mentes. Não existe uma Bruxaria que começou na Pré-História e “evoluiu” até os tempos atuais. Nunca houve essa unidade. Mas podemos sim basear nossas crenças e práticas hoje em acontecimentos antigos, pois todas essas práticas pagãs ajudam a compôr a Bruxaria que fazemos no século XXI.

Baco

Baco é o deus romano da embriaguez e da liberação, geralmente associado às bruxas e festas e claramente derivado do deus grego Dioniso, também ligado às bruxas.
Bacanal era o nome de seu festival, e dizia a lenda que as Bacantes (moças vestidas com peles de animais) dançavam com ele pelas florestas.
Baco diferencia-se de Dioniso por ser associado ao bode, e não ao touro, como seu semelhante grego. Vemos então uma ligeira associação com Apolo, cujos seguidores sacrificavam bodes em sua honra em Delfos.
Geralmente Baco é representado barbudo e rústico por natureza, sempre com uvas e folhas de videira na cabeça, como uma clara representação do “Green Man” (Homem Verde), visto em tantos locais da Europa antiga e em tantas mitologias
Muitas vezes, Baco era tido como o espírito das videiras (e, assim, sua essência divina), tamanha sua associação. Baco também representa a liberação, então quando uma pessoa era solta de suas amarras da sociedade ou liberada de qualquer forma, era associada à ele, e por isso há o seu simbolismo rústico.
Baco, hoje, continua sendo associado à liberdade e muitas bruxas o cultuam desta forma. A própria lenda de Aradia diz que ela pregava a liberdade de seus seguidores como forma de encontrar o divino e que, como forma desta liberdade, poderiam ficar nus em seus rituais.

Dioniso

Dioniso tem, seguramente, origem pré-helênica — talvez até indo-européia. Foi provavelmente uma divindade importante durante o Neolítico e sua lenda tem nítidas conexões com a Trácia e com a Ásia Menor. Ele é uma das divindades citadas pelas tabuinhas em Linear B e já havia um santuário micênico dedicado a ele na ilha de Ceos, por volta do século -XV.
Na época de Homero e de Hesíodo, no entanto, Dioniso tinha pouca expressão. Pinturas de vaso do fim do século -VI e a composição do hino homérico a Dioniso, no fim do século -V, parecem indicar que a popularização do deus deve ter ocorrido nesse século. Para os gregos, de forma geral, ele era filho de Zeus e de Sêmele, princesa tebana, uma das filhas de Cadmo e Harmonia.
O thíasos compunha-se de ninfas, de sátiros, das mênades, de Sileno e, possivelmente, de alguns animais selvagens como leões e panteras. Às vezes o deus Pã também tomava parte no cortejo. As mulheres e os homens que seguiam o deus eram chamados de bacantes.
Os sátiros tinham aspecto animalesco, a parte inferior do corpo igual a um bode — ou simplesmente chifres e cauda de cavalo —. Caracteristicamente, o pênis era enorme e quase sempre ereto. Sileno era um sátiro muito velho e de grande sabedoria que em algumas versões da lenda teria ajudado as ninfas a criar Dioniso.
As mênades eram mulheres tomadas pelo delírio dionisíaco. Nuas ou levemente vestidas, estavam sempre dançando e agitando ramos.
Dioniso é representado geralmente com uma taça de vinho nas mãos, junto à hera ou a vinhas, freqüentemente acompanhado de uma pantera, dos sátiros e das mênades. Seu símbolo habitual é o tirso, um bastão de madeira enfeitado com hera.
O deus era cultuado principalmente na Ática, em Delfos e na Grécia do Norte, notadamente em festivais populares. Em Atenas, as Antestérias, as Lenéias e as Dionísias Urbanas e Rurais se tornaram famosas, principalmente, pelas tragédias, comédias e dramas satíricos apresentados durante o festival. É possível que, em tempos mais remotos, os participantes desses festivais usassem máscaras do deus, consumissem vinho em grande quantidade e matassem animais de forma ritual. A Dioniso estava também associado um culto de Mistérios, em que eram celebrados rituais de fertilidade altamente secretos.
Na época romana, as festas em honra a Dioniso (”bacanais”) se tornaram tão desenfreadas que foram proibidas pelo Senado.
Fonte: GreciaAntiga.org
Divindade do vinho, da fertilidade, da colheita, do prazer, da natureza selvagem, da expressão livre, das sensações e emoções, dos rituais de renovação e regeneração. Nos Mistérios de Elêusis, ele era Iacchos, a criança divina, que nasce e morre anualmente nos ciclos de renovação.
Dioniso era acompanhado pelos Sátiros e por um séquito de mulheres, as Mênades ou Bacantes, que participavam de seus rituais orgiásticos e, nos momentos de fúria etílica, despedaçavam os homens.
Seus símbolos eram a hera, a videira, o vinho, a flauta, o tamborim e os címbalos. Originalmente um deus da Trácia, o culto a Dioniso inluenciou outras culturas. Devido à sua natureza hermafrodita, atualmente Dioniso é cultuado nos círculos extremamente femininos de Wicca Diânica, além de ser considerado um deus da vegetação pelas seitas neo-pagãs.
Sua mãe era Sêmele, deusa grega do amor e da sexualidade, amante de Zeus.
Dias de honra à Dioniso: 07/03, 09/07, 02/09, 18/09, 03/10, 05/10, 04/11, 11/11, 23/12.

Prepare seu altar para o amor


Se você tem um altar fixo, pode ser que esteja com vontade de deixá-lo com a cara do Dia dos Namorados, que no mundo todo acontece no dia 14 de fevereiro.
Para isso, coloque nele 4 velas, sendo:
1 vermelha para paixão
1 verde para amor
1 rosa para afeto
1 laranja para atração
No centro, coloque um coração vermelho (de cartolina ou de pano) sobre seu pentáculo.
Enfeite-o com pétalas de rosas vermelhas e acenda um incenso de rosas.
Todos os dias, quando parar um pouquinho para relaxar e meditar a respeito do amor, acenda as velas e o incenso, e mentalize situações boas e prazerosas.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Prece para a Lua Negra

Segue a marcha dos diasSuspensa sobre a realidade altaNuvem vagando horizontes alheiosJanela do céu, aberta para meus olhosE o vento soprando ilusões tão minhas!Venha Lua, banhar-me com tua magiaVenha Lua, vestir-me com tuas fantasiasDeixa sorrir o silêncio da noite claraDeixa florescer o segredo junto a minh´almaCristais de ébanoliberdade?Eu canto em teu nome…tu és o meu amanhã serenoEu sou o teu passadoIdentidade que não se apaga!

Carnaval e suas Origens Pagãs

O carnaval, para surpresa de muitos, é um fenômeno social anterior a era cristã. Assim como atualmente ela é uma tradição vivenciada em vários países, na antiguidade, o carnaval também era uma prática em várias civilizações. No Egito, na Grécia e em Roma, as pessoas das diversas classes sociais se reuniam em praça pública com máscaras e enfeites para desfilarem, beberem vinho, dançarem, cantarem e se entregarem as mais diversas libertinagens.O Carnaval Pagão começa quando Pisistráto oficializa o culto a Dioniso na Grécia, no século VII a.C. e termina quando a Igreja adota, oficialmente, o carnaval em 590 d.C. Será que termina?A diferença entre o carnaval da antiguidade para o moderno é que, no primeiro, as pessoas participavam das festas mais conscientes de que estavam adorando aos deuses. O carnaval era uma prática religiosa ligada à fertilidade do solo. Era uma espécie de culto agrário em que os foliões comemoravam a boa colheita, o retorno da primavera e a benevolência dos deuses. No Egito, os rituais eram oferecidos ao deus Osíris, por ocasião do recuo das águas do rio Nilo. Na Grécia, Dionísio, deus do vinho e da loucura, era o centro de toda as homenagens, ao lado de Momo, deus da zombaria. Em Roma, várias entidades mitológicas eram adoradas a começar por Júpiter, deus da urgia, até Saturno e Baco.A festa em louvor a Dioniso se desdobrava em quatro celebrações, em Atenas: as Dionísias Rurais, as Leneias, as Dionísias Urbanas ou Grandes Dionisias e as Antestérias, se estendendo de dezembro à março.Estas festas que tiveram grande desenvolvimento no século VI a.C. acabaram por gerar o que se pode chamar “bagunça Dionisíaca”, por isso foram fortemente reprimidas no século V a.C., no auge do desenvolvimento artístico cultural da Grécia (governo de Péricles – 443 – 429 a.C.) quando a cidade foi embelezada por monumentos como Partenon espalhando seu brilho por todo Mediterrâneo.O século V a.C. foi o grande período da Grécia Clássica. Entretanto a influência política e cultural somente atingiu seu esplendor no século IV quando Alexandre, o Grande, expandiu as conquistas gregas formando colônia em lugares afastados como o leste do Afeganistão e as fronteiras da Índia. É a chamada época Helenista. Nessa ocasião foi introduzida na Grécia o culto a Isis (vide deusa Isis no Egito).Em 370 a.C., quando Atenas perde a hegemonia da arte já se pode sentir a penetração do culto a Dioniso em Roma.As bacchantes, sacerdotisas que celebravam os mistérios do culto a Dioniso, nesse tempo mais conhecido como Baco (é com o nome de Baco que Dioniso entrou em Roma, daí alguns estudiosos afirmarem a origem italiana da palavra), ao invadirem as ruas de Roma, dançando, soltando gritos estridentes e atraindo adeptos em número crescente, causaram tais desordens e escândalos que o Senado Romano proibiu as Bacanais, em 186 a.C..Na Roma antiga, o mais belo soldado era designado para representar o deus Momo no carnaval, ocasião em que era coroado rei. Durante os três dias da festividade, o soldado era tratado como a mais alta autoridade local, sendo o anfitrião de toda a orgia. Encerrada as comemorações, o “Rei Momo” era sacrificado no altar de Saturno. Posteriormente, passou-se a escolher o homem mais obeso da cidade, para servir de símbolo da fartura, do excesso e da extravagância.Com a supremacia do cristianismo a partir do século IV de nossa era, várias tradições pagãs foram combatidas. No entanto, a adesão em massa de não-convertidos ao cristianismo, dificultou a repressão completa. A Igreja foi forçada a consentir com a prática de certos costumes pagãos, muitos dos quais, cristianizados para que se evitasse maiores transtornos. O carnaval acabou sendo permitido, o que serviu como “válvula de escape”, diante das exigências que eram impostas aos medievos no período da Quaresma.Na Quaresma, todos os cristãos eram convocados a penitências e à abstinência de carne por 40 dias, da quarta-feira de cinza até as vésperas da páscoa. Para compensar esse período de suplício, a Igreja fez “vistas grossas” às três noites de carnaval. Na ocasião, os medievos aproveitavam para se esbaldar em comidas, festas, bebidas e prostituições, como na antiguidade.Na Idade Média, o carnaval passou a ser chamado de “Festa dos Loucos”, pois o folião perdia completamente sua identidade cristã e se apegava aos costumes pagãos. Na “Festa dos Loucos”, tudo passava a ser permitido, todos os constrangimentos sociais e religiosos eram abolidos. Disfarçados com fantasias que preservavam o anonimato, os “cristãos não-convertidos” se entregavam a várias licenciosidades, que eram, geralmente, associadas à veneração aos deuses pagãos.O carnaval na Idade Média foi objeto de estudo de um dos maiores pensadores do século XX, o marxista russo Bakhtin. Em seu livro Cultura Popular na Idade Média e no Renascimento, Bakhtin observa que no carnaval medieval – “o mundo parecia ficar de cabeça para baixo”. Vivia-se uma vida ao contrário. Era um período em que a vida das pessoas tornava-se visivelmente ambígua, pois a vida oficial – religiosa, cristã, casta, disciplinada, reservada, etc. – amalgamava-se com a vida não-oficial – a pagã e libertina. O sagrado que regulamentava a vida das pessoas era profanado e as pessoas passavam a ver o mundo numa perspectiva carnavalesca, ou seja, liberada dos medos e das pressões religiosas.Com a chegada da Idade Moderna, a “Festa dos Loucos” se espalhou pelo mundo afora, chegando ao Brasil, ao que tudo indica, no início do século XVII. Trazido pelos portugueses, o ENTRUDO – nome dado ao carnaval no Brasil – se transformaria na maior manifestação popular do mundo e por tabela, numa das maiores adorações aos deuses pagãos do planeta.Quem disse que o Paganismo não existe mais?

Fonte: Mídia Independente, livro "O Carnaval"

Cinco Orações Celtas

- UMA ORAÇÃO - I Bendito seja o anseio que te trouxe aqui e que aviva a tua alma com assombro. Que tenhas a coragem de acolher o teu anseio eterno. Que aprecies a companhia crítica e criativa da pergunta "Quem sou eu?" e que ela ilumine o teu anseio. Que uma secreta Providência Divina guie o teu pensamento e proteja o teu sentimento. Que a tua mente habite a tua vida com a mesma certeza com que teu corpo se integra ao mundo. Que a sensação de algo ausente amplie a tua vida. Que a tua alma seja livre como as sempre renovadas ondas do mar. Que vivas perto do assombro. Que te integres ao amor com o arrebatamento da Dança. Que saibas que estás sempre incluído no benévolo círculo de Deus.

UMA ORAÇÃO - II Que despertes para o mistério de estar aqui e compreendas a silenciosa imensidão da tua presença. Que tenhas alegria e paz no templo dos teus sentidos. Que recebas grande encorajamento quando novas fronteiras acenam. Que respondas ao chamado do teu Dom e encontre a coragem para seguir-lhe o caminho. Que a chama da raiva te liberte da falsidade. Que o ardor do coração mantenha a tua presença flamejante e que a ansiedade jamais te ronde. Que a tua dignidade exterior reflita uma dignidade interior da alma. Que tenhas vagar para celebrar os milagres silenciosos que não buscam atenção. Que sejas consolado na simetria secreta da tua alma. Que sintas cada dia como uma dádiva sagrada tecida em torno do cerne do assombro.

UMA ORAÇÃO - III Que atendas ao teu anseio de ser livre. Que as molduras da tua integração sejam suficientemente amplas para os sonhos da tua alma. Que te levantes todos os dias com uma voz de bênção murmurando em teu coração que algo de bom te vai acontecer. Que encontres uma harmonia entre a tua alma e a tua vida. Que a mansão da tua alma nunca se torne um local assombrado. Que reconheças o anseio eterno que vive no cerne do tempo. Que haja benevolência no teu olhar quando contemplares o teu íntimo. Que nunca coloques muros entre a luz e ti. Que o teu anjo te liberte das prisões da culpa, medo, decepção e desespero. Que permitas que a beleza espontânea do mundo invisível te recolha, cuide de ti e te inclua na integração.

- UMA ORAÇÃO - IV Que sejas abençoado nos Nomes Sagrados daqueles que suportam a nossa dor pela montanha da transfiguração acima. Que conheças o suave abrigo e a graça restauradora quando fores chamado a resistir na morada da dor. Que os pontos de escuridão no teu íntimo se voltem na direção da luz. Que te seja concedida a sabedoria de evitar a falsa resistência e, quando o sofrimento bater à porta da tua vida, sejas capaz de lhe vislumbrar a dádiva oculta. Que sejas capaz de enxergar os frutos do sofrimento. Que a memória te abençoe e te abrigue com a arduamente obtida luz do esforço passado, que isso te dê confiança e segurança. Que uma janela de luz sempre te surpreenda. Que a graça da transfiguração te cure as feridas. Que saibas que, embora a tempestade possa rugir, nem um fio do teu cabelo será magoado.

- UMA ORAÇÃO - V Que saibas que a ausência está repleta de terna presença e que nada jamais está perdido ou esquecido. Que as ausências na tua vida estejam repletas de eco eterno. Que sintas ao redor do secreto "Outro Lugar" que contém as presenças que deixaram a tua vida. Que sejas forte na aceitação das tuas perdas. Que a dolorosa fonte de luto se transforme em uma fonte de ininterrupta presença. Que a tua paixão se estenda àqueles de que nunca temos notícia e que tenhas a coragem de falar em nome de excluídos. Que venhas a ser o afável e apaixonado sujeito da tua vida. Que não desrespeites o teu mistério por meio de palavras insensíveis ou integração falsa. Que sejas acolhido por Deus, em quem o amanhecer e o crepúsculo se unem, e que a tua integração habite os seus sonhos mais profundos no interior do abrigo da Grande Integração.


(Textos extraídos do livro "Ecos Eternos" de John O’Donohue; Editora Rocco).

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Dia 2 de Fevereiro-Dia da Cigana Yasmim

Um grupo de ciganos chegou ao Chipre, a pérola do Mediterrâneo.Conta uma lenda antiga que Vênus, a deusa da beleza e do amor, nasceu das águas espumejastes de Chipre.Não é difícil compreender por que os antigos acreditavam nesética fabula; a ilha, fulgurante de luz e de cores, circundada por um mar límpido e azul, é realmente um lugar encantador.E esse lugar tão lindo foi testemunha de um acontecimento com a cigana Yasmim.O grupo Natasha estava acampado em Limassol, quando as moças do grupo foram para a "água grande"(a praia) para se banhar e se divertir.Em dado momento, a cigana Natasha veio correndo avisar que a água tinha levado Yasmin embora.Correram todos do grupo para a água grande, para socorrer a cigana, mas nada viram: o mar havia tragado seu corpo.O grupo todo se ajoelhou e começou a rezar.Permaneceram ali para esperar que a água grande devolvesse o corpo da cigana.Passaram-se vinte e um dias e nada aconteceu.Quando se completaram vinte e três dias, á noite, a Lua cheia surgiu e clareou toda a ilha.O cigano Vlaz, que era o pai de Yasmim, foi para a areia e começou a rezar de olhos fechados.Em dado momento, abriu os olhos e avistou um peixe grande que, pulando, veio em sua direção.Ele ficou paralisado com o que via.A cigana Yasmim sai das águas e se dirigia a seu pai..Yasmim deu ao pai uma concha grande e pediu que a entregasse ao Kaku como prova de tudo o que ela dissera; e, voltando para a água grande, desapareceu.Vlaz foi para o acampamento e revelou o acontecido ao Kaku.Na manhã seguinte, o Kaku revelou o acontecimento para o grupo e resolveram levantar acampamento.Embora tristes, sabiam que, daquele momento em diante, a cigana Yasmim seria sua protetora na água grande.Quando os ciganos se despediram de Chipre, o povo da localidade ofereceu para cada cigano um pão.Essa é uma tradição da ilha.Depois, os ciganos foram embora de Chipre, viajando em cima da água grande para outros países.È por esse motivo que o grupo Natasha tem um enorme respeito pelo mar; é por isso, também, que os membros do grupo não energizam pedras em águas salgadas e evitam se banhar no mar.No dia 02 de fevereiro, o grupo Natasha leva para o mar presentes para a cigana: comida, doces, Frutas, perfumes, pó-de-arroz, sabonete.Também faz um coração de flores brancas e oferece a Yasmim nas águas grandes.Todo o grupo se ajoelha na areia da praia e reza em agradecimento, pedindo proteção.Fazem isso porque essa história se passou no dia 02 de fevereiro de 1902, quando o Kaku era o cigano Romão, avô da cigana Yasmim.Yasmim tinha pele clara, cabelos e olhos pretos.Suas RoupasIasmim usava vestido longo na cor azul-celeste, com mangas bufantes que iams cotovelos.Seus AdereçosEla trazia na cabeça, em dias de festa, um diadema de pérolas.Nas orelhas usava brincos de ouro, com águas-marinhas e pérolas.Sua Magia:Essa Cigana fez a passagem muito jovem, mas já tinha suas cartas com os símbolos do seu clã.A fase da Lua da sua preferência era a cheia.Suas oferendas devem ser colocadas sempre em frente ao mar e, se for possível, sempre no dia dois de fevereiro: foi nesse dia que foi para o mundo espiritual, no mar, próximo a Ilha de Chipre.Cigana Yasmin só aceita velas azuis.

2 de Fevereiro-YEMANJÁ – A Rainha do Mar


Comparada com outras divindades do panteão africano, o orixá feminino iorubá Yemanjá é uma figura extremamente simples. Se formos verificar o número de amantes que teve Iansã, os problemas que a precipitação e a passionalidade de Ogum lhe trouxeram, os conflitos de Oxóssi desrespeitando tabus, o afastamento social de Ossâim, a rejeição que sempre sofreu Omulu-Obaluaiê, a perda traumática do poder pela qual passou Nanã e a vida variada e prazerosa que busca Oxum, a figura de Yemanjá pode parecer até parte de outra comunidade. Ela é próxima paz e da ausência de conflitos, em oposição ao mundo colorido, rico e até mesmo selvagem dos outros, pois representa uma figura em muitos termos passiva. Ela é uma das figuras mais conhecidas nos cultos brasileiros, com o nome sempre bem divulgado pela imprensa, pois suas festas anuais sempre movimentam um grande numero de iniciados e simpatizantes, tanto do Candomblé como da Umbanda. Às vezes festas para outro orixá feminino, Oxum, são confundidas pela mídia como cerimônias e comemorações para a própria Yemanjá. Por ser ligada ao patriarca Oxalá,, Yemanjá é valorizadíssima nos cultos, principalmente nos que se afastam dos costumes tradicionais africanos e do candomblé, conservadores. Conceitos como bem e mal, por exemplo, não existem nas visões originais da África. A hierarquização dos orixás, tentando estabelecer uma ordem entre mais e menos importantes faz sentido para uma religião que hierarquiza Deus, santos e outras categorias menores (chegando a detalhes como mártires, beatos e etc). Mas não faz o mínimo sentido numa cultura aberta e descentralizada como a dos Africanos. As submissões de um orixá ao outro são várias e nunca formam uma casta que transfira poder de um para o outro, mas sim existem vinculações por área: na metalurgia e na guerra, todos devem subordinar-se ao especialista Ogum; na maternidade, às especialistas Yemanjá e Oxum, etc. Cada um é o mais importante para o filho-de-santo deste ou daquele orixá e é o mais importante num determinado quesito, em específica situação. A única exceção para isso é o respeito que todos delegam à figura de Oxalá, o patriarca, mas não é uma questão parecida ao respeito que se deve ap patriarca de uma família por sua longevidade e história. Pelo sincretismo, porém, muita água rolou. Para Oxalá ficou reservado o lugar de Jesus Cristo, fazendo-o ser considerado o mais importante – não por uma relação de família e de papel social perante ela, como no original, mas pela hierarquia própria cristã. Para Yemanjá foi reservado o lugar de Nossa Senhora, sendo, então, artificialmente “mais importante” que as outras divindades femininas, o que foi assimilado em parte por muitos ramos da Umbanda. Mesmo assim, não se nega o fato de sua popularidade ser imensa, não só por tudo isso, mas pelo seu caráter, principalmente, de tolerância, aceitação e carinho. É uma das rainhas das águas, sendo as duas salgadas: as águas provocadas pelo choro da mãe que sofre pela vida de seus filhos, que os vê se afastarem de seu abrigo, tomando rumos independentes; e o mar, sua morada, local onde costuma receber os presentes e oferendas dos devotos. Na África a sua origem é um rio que vai desembocar no mar. De tanto chorar com o rompimento com o seu filho Oxóssi, que a abandonou e foi viver escondido na mata junto com o irmão renegado Ossâim, Yemanjá, se derreteu, transformando-se num rio que foi desembocar no mar. É a mãe de quase todos os orixás de origem iorubá (com exceção de LogunEdé), enquanto a maternidade das figuras daomeanas é atribuída a NanãBuruku. Yemanjá seria filha de Olóòkun, deus (em Benin) ou deusa (em Ifé) do mar. Em uma das histórias de Ifá ( O deus da adivinhação) ela aparece casada com Orunmilá, senhor das adivinhações, depois com Olofin, rei de Ifé, com o qual teve dez filhos. Apesar de preceitos tradicionais relacionarem tanto Oxum como Yemanjá à função da maternidade, pode estabelecer-se uma boa distinção entre esses conceitos. Oxum é a mãe no sentido da fecundação, gestação e criação do bebê. É a responsável pela fertilidade dos homens e das mulheres, pela nutrição do feto e pelo parto. Ela é a guardiã da criança até que esta passe a demonstrar sinais de independência, como o falar por exemplo. Quando podemos perceber qual é o orixá de cabeça da criança, ela deixa de ser responsabilidade de Oxum. Passe então a ser cuidada pelo se orixá e genericamente por Yemanjá. Esta, por sua vez, é mãe daí por diante, recebe a função da maternidade não no sentido de gestação, mas de educação. É a mãe dos homens crescidos, sendo freqüente o fato, nas lendas, de a envolverem com incesto, tendo sido inclusive violentada por uma dos seus filhos. É portanto a mãe do complexo de Édipo, do potencial reprimido sexualmente e socialmente. Nos templos tradicionais, é cultuada como esposa de Oxalá, mãe de todos os Deuses. Reina sobre “todas as águas do mundo” , doces e salgadas, seu nome significa “mãe dos filhos peixes”. Ela usa o Abebé, leque redondo como cabaça, que representa a fecundidade, e a espada que, recortando na matéria das origens, separa e multiplica os seres permitindo o nascimento dos indivíduos únicos. Sua dança lembra o movimento das ondas, fala de fluidez, de distribuição, de germinação, constantemente renovada. A Yemanjá são dedicados tradicionalmente todos os presentes colocados no mar. É a padroeira dos marinheiros, estendendo-se essa proteção a praticamente todos os seres viventes, já que é a Grande-Mãe do astral, o que faz com que sempre seja invocada na cerimônia do “bori”, mesmo quando o iniciado não a tem nem como eledá (primeiro orixá da cabeça) nem como ajuntó (segundo orixá).

Festividades do Carnaval. Mais do que folias no Carnaval!

A história do carnaval começa no princípio da nossa civilização, na origem dos rituais, nas celebrações da fertilidade e da colheita nas primeiras lavouras, às margens do Nilo. Eram praticadas festas em homenagem e agradecimentos aos Deuses.
Mas, origem do carnaval é obscura, pode ter sido uma festa que se originou na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C..
Através dessa festa os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção.
Em Roma dos césares, ligadas às famosas saturnálias, inseriram bebidas e práticas sexuais nas festas de carnaval, tornando intolerável aos olhos da Igreja Católica. Que, com o passar do tempo a comemoração do carnaval foi adotada pela igreja sendo comemorada em cultos oficiais, e não mais pecaminosos.
Tal modificação foi fortemente espantosa aos olhos do povo já que fugia das reais origens da festa como o festejo pela alegria e pelas conquistas.
Em 1545, durante o Concílio de Trento, o carnaval voltou a ser uma festa popular. Em aproximadamente 1723, o carnaval chegou ao Brasil sob influência européia.Somente no século XIX é que surgiram as fantasias e os carros decorados nas comemorações na Europa.
O entrudo acontecia num período anterior a quaresma e, portanto, tinha um significado ligado à liberdade. Este sentido permanece até os dias de hoje no Carnaval.
A festa foi adotada pela população brasileira, em meados do século XVII, e se tornou uma das maiores comemorações do país.
A esta favorável recepção, acrescentou-se as famosas marchinhas carnavalescas que incrementou a festa e a fez crescer em quantidade de participantes e em qualidade.
Na verdade, foi no Brasil que o Carnaval tomou esta aparência, de beleza, ânimo e formosura. Na Europa usavam máscaras, que foram adaptadas aqui, e transformadas em fantasias, e introduzimos as marchinhas que se tornaram os sambas, sem dizer as coreografias que modernizam a cada ano.
O entrudo acontecia num período anterior a quaresma e, portanto, tinha um significado ligado à liberdade. Este sentido permanece até os dias de hoje no Carnaval.
Oficialmente o feriado do Carnaval no Brasil é dia 24/02/2009, entretanto, as festividades começam dia 20 e terminam no dia 24.
O carnaval é um conjunto de festividades populares que ocorrem em diversos países e regiões católicas nos dias que antecedem o início da Quaresma, principalmente do domingo da Qüinquagésima à chamada terça-feira gorda.
E como o Carnaval é de origem pagã, e suas raízes são de Festivais Religiosos Primitivos, como vimos no começo da leitura, vamos homenagear o início do Ano Novo e o ressurgimento da natureza, além de festejar nosso carnaval.
Vamos aproveitar que existe uma história que envolve nossa crença wicca, e fazer um pouco do que gostamos: Amar a Mãe Natureza!
Vou trazer rituais e magias para aplicarmos neste carnaval.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

A CADA NOVO AMANHECER

A cada novo amanhecer uma nova emoção,pela dádiva de estarmos vivos,repletos de amor no coração,para continuarmos a jornada.A cada novo amanhecer,vislumbrando a natureza,louvamos e agradecemos a Ele,pela vida e sua natural beleza.A cada novo amanhecer,a esperança abraça nosso coração,com o sol a nos acariciar,com o amor nossa emoção embalar.A cada novo amanhecer,acreditamos que a paz vai imperar,assim como o vôo da gaivotaque mansamente desliza sobre o mar.

Evocação dos Quatro Elementos

Faço meus clamor nesta oração, com muita fé e amor, Povo Cigano, a Rainha Cigana do Povo do Oriente e a todosos benditos espíritos de luz no templo da tribo cósmica.Peço com toda a força do meu coração aos nossos protetores, que a energia poderosada natureza representada pelos quatro elementos (fogo, água, ar e terra) tome conta da nossa casa, do nosso trabalho, do nosso corpo,da nossa mente, de nossas emoções e anseios.Cubram-nos com grande proteção e nos abençoe.Que o fogo seja a demonstração viva do amor, da união, do calor humano e da harmonia que deve nos ligar por toda nossa existência.Que a água, fonte cristalina de bênçãos, lave e limpe nossas vidas e nos livre de todacarga negativa que possa interferir em nossocomportamento e atitudes para conosco mesmos e nossos semelhantes.Que o ar nos traga o sopro mágico da vida e renove a cada dia as nossas energias físicas ea nossa saúde.Que a terra seja o nosso símbolo de prosperidade, renovando sempre,para que possamos semear ecolher todos os seus frutos benditos para nossa tranqüila sobrevivência.

domingo, 17 de janeiro de 2010

Amizade Contagiosa

Eu talvez não tenha muitos amigos.Mas os que eu tenho são os melhores que alguém poderia ter.Além disso tenho sorte, porque os amigos que tenho têm muitos amigos e os dividem comigo.Assim o meu número de amigos sempre aumenta, já que eu sempre ganho amigos dos meus amigos.Foi assim aqui, uns eu ganhei há tempos, outros são mais recentes.E quem os deu não ficou sem eles, pois a amizade pode sempre ser dividida sem nunca diminuir ou enfraquecer.Pelo contrário, quanto mais dividida, mais ela aumenta.E há mais vantagens na amizade: é uma das poucas coisas que não custam nada e valem muito, embora não sejam vendáveis.Entretanto, é preciso que se cuide um pouco das amizades. As mais recentes, por exemplo, precisam de alguns cuidados. Poucos, é verdade, mas indispensáveis.É preciso mantê-los com um certo calor, falar com eles mais amiúde e no início, com muito jeito.Com o tempo eles crescem, ficam fortes e até suportam alguns trancos. Os mais antigos, já sólidos, não exigem muito, são como as mudas das plantas, que depois de enraizadas, parecem poder viver sem cuidados, porém não podem jamais ser esquecidas. Algo é preciso para mantê-las vivas.Prezo muito minhas amizades e reservo sempre um canto no meu peito para elas.E, sempre que surge a ocasião, também não perco a oportunidade de dar um amigo a um amigo, da mesma forma que eu ganhei vocês.E não adiantam as despedidas. De um amigo ninguém se livra fácil.A amizade além de contagiosa é totalmente incurável.

As Fases da Lua em 2010!


Janeiro:
Dia 07 - Quarto Minguante
Dia 15 - Lua Nova
Dia 23 - Quarto Crescente
Dia 30 - Lua Cheia

Fevereiro
Dia 05 - Quarto Minguante
Dia 14 - Lua Nova
Dia 22 - Quarto Crescente
Dia 28 - Lua Cheia

Março
Dia 07 - Quarto Minguante
Dia 15 - Lua Nova
Dia 23 - Quarto Crescente
Dia 30 - Lua Cheia

Abril
Dia 06 - Quarto Minguante
Dia 14 - Lua Nova
Dia 21 - Quarto Crescente
Dia 28 - Lua Cheia

Maio
Dia 06 - Quarto Minguante
Dia 14 - Lua Nova
Dia 20 - Quarto Crescente
Dia 27 - Lua Cheia

Junho
Dia 04 - Quarto Minguante
Dia 12 - Lua Nova
Dia 19 - Quarto Crescente
Dia 26 - Lua Cheia

Julho
Dia 04 - Quarto Minguante
Dia 11 - Lua Nova
Dia 18 - Quarto Crescente
Dia 26 - Lua Cheia

Agosto
Dia 03 - Quarto Minguante
Dia 10 - Lua Nova
Dia 16 - Quarto Crescente
Dia 24 - Lua Cheia

Setembro
Dia 01 - Quarto Minguante
Dia 08 - Lua Nova
Dia 15 - Quarto Crescente
Dia 23 - Lua Cheia

Outubro
Dia 01 - Quarto Minguante
Dia 07 - Lua Nova
Dia 14 - Quarto Crescente
Dia 23 - Lua Cheia
Dia 30 - Quarto Minguante

Novembro
Dia 06 - Lua Nova
Dia 13 - Quarto Crescente
Dia 21 - Lua Cheia
Dia 28 - Quarto Minguante

Dezembro
Dia 05 - Lua Nova
Dia 13 - Quarto Crescente
Dia 21 - Lua Cheia
Dia 28 - Quarto Minguante

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Ano novo

Hoje é o dia que dá início a um novo ano. É o dia primeiro. Todos queremos iniciar mais um ano com esperanças renovadas. É um momento de alegria e confraternização. As rogativas, em geral, são para que se tenha muito dinheiro no bolso, saúde pra dar e vender. Mas será que se tivermos tudo isso teremos a garantia de um ano novo cheio de felicidade? Se Deus nos dá saúde, o que normalmente ocorre é que tratamos de acabar com ela em nome das festas. Seja com os excessos na alimentação, bebidas alcoólicas, tabaco, ou outras drogas não menos prejudiciais à saúde. Não nos damos conta de que a nossa saúde depende de nós. Dessa forma, se quisermos um bom ano, teremos que fazer a nossa parte. Se pararmos para analisar o que significa a passagem do ano, perceberemos que nada se modifica externamente. Tudo continua sendo como na véspera. Os doentes continuam doentes, os que estão no cárcere permanecem encarcerados, os infelizes continuam os mesmos, os criminosos seguem arquitetando seus crimes, e assim por diante. Nós, e somente nós podemos construir um ano melhor, já que um feliz ano novo não se deseja, se constrói. Poderemos almejar por um ano bom se desde agora começarmos um investimento sólido, já que no ano que se encerra tivemos os resultados dos investimentos do ano imediatamente anterior e assim sucessivamente. Poderemos construir um ano bom a partir da nossa reforma moral, repensando os nossos valores, corrigindo os nossos passos, dando uma nova direção à nossa estrada particular. Se começarmos por modificar nossos comportamentos equivocados, certamente teremos um ano mais feliz. Se pensarmos um pouco mais nas pessoas que convivem conosco, se abrirmos os olhos para ver quanta dor nos rodeia, se colocarmos nossas mãos no trabalho de construção de um mundo melhor, conquistaremos, um dia, a felicidade que tanto almejamos.

Só há um caminho para se chegar à felicidade. E esse caminho foi mostrado por quem realmente tem autoridade, por já tê-lo trilhado. Esse alguém nós conhecemos como Jesus de Nazaré, o Cristo. No ensinamento "amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo" está a chave da felicidade verdadeira. Jesus nos coloca como ponto de referência. Por isso recomenda que amemos o próximo como a nós mesmos nos amamos. Quem se ama preserva a saúde. Quem se ama não bombardeia o seu corpo com elementos nocivos, nem o espírito com a ira, a inveja, o ciúme etc. Quem ama a Deus acima de todas as coisas, respeita sua criação e suas leis. Respeita seus semelhantes porque sabe que todos fomos criados por ele e que ele a todos nos ama. Enfim, quem quer um ano novo repleto de felicidades, não tem outra saída senão construí-lo. Importa que saibamos que o novo período de tempo que se inicia, como tantos outros que já passaram, será repleto de oportunidades. Aproveitá-las bem ou mal, depende exclusivamente de cada um de nós. *** O rio das oportunidades passa com suas águas sem que retornem nas mesmas circunstâncias ou situação. Assim, o dia hoje logo passará e o chamaremos ontem, como o amanhã será em breve hoje, que se tornará ontem igualmente. E, sem que nos demos conta, estaremos logo chamando este ano que se inicia de ano passado e assim sucessivamente. Que todos possamos aproveitar muito bem o tesouro dos minutos na construção do amanhã feliz que desejamos, pois a eternidade é feita de segundos.

sábado, 19 de dezembro de 2009

Rituais Natalinos

Nem todas as pessoas associam os festejos natalinos aos rituais. A enorme energia, que é liberada nesta época, daria para iniciar um processo de Cura e Paz na Terra, que teria o efeito em cascata igual ao do “Centésimo Macaco” – caso a Humanidade tivesse consciência, do que ocorre a nível sutil.
Os rituais fazem parte de um conhecimento pré-histórica, quando os primeiros xamãs descobriram que a forma de contatar os deuses seria realizar algumas práticas sagradas com a “Intenção Clara” de fazer este re-ligare, possibilitando assim a realização de seus apelos e agradecimentos. Partindo deste princípio, vamos xamãs nos interligar de corações e almas, utilizando esta energia dispersa como fonte gerada pelo espírito fraterno, que ainda prevalece nesta época entre os homens de boa vontade.
Três rituais, para esse intento, me foram inspirados pela Madona Negra e o Espírito Santo, que me enviaram a força do dom “ Intuição e Sabedoria” que diz:
“Aquele que abre o seu coração ouvirá nossa voz como Intuição-Sabedoria e saberá aliá-la à capacidade de análise e síntese, chegando assim à Terra da Sabedoria que, como leite, jorra do coração generoso da Mãe Terra” (Xamanismo Matricial – As Cartas da Madona Negra e do Divino Espírito Santo).
1º Ritual – Natal:- gratidão, aceitação das graças recebidas por tudo que criamos.
Ritual – Ano Novo:- reconciliação, unindo os opostos.
Ritual – Reis Magos:- prosperidade, aqui-agora.
NATAL
Ritual de Gratidão pela vinda do Cristo Salvador, honrando sua Mãe Maria
Reúna todas as mães da sua família e as amigas, desde as matriarcas do seu clã até as recém-mamães. Prepare uma guirlanda de flores para cada uma e peça para que se vistam com uma roupa cerimonial ou veste xamânica. Antes das 12 hs, convide todos os presentes a aquietar e unir seus corações e mentes, formando um grande círculo interligado pelas mãos.
Delas, passa vindo do seu coração, uma intensa luz (calor) de energia amorosa. Em seguida as mães presentes formam um círculo interno. As mães devem honrar os elementos fogo e água e trazerem uma jarra com leite e mel. Uma delas, a mais velha, se destaca e proclama que todas estão unidas pelo sentimento de gratidão pela vinda do Cristo que permanece nos nossos corações e pela reverência à missão dolorosa de Maria. O fogo é aceso para transmutar todas as dores das mães da humanidade que perderam seus filhos e lavam-se as mãos, para limpar do coração definitivamente este mesmo sentimento. Em seguida as mães levantam os braços aos céus, erguem seus corações e rezam:
“Oh Divina Mãe Maria! Nós oferecemos nossa sagrada gratidão, por teres aceito ser a Mãe do Cristo e por passar pela mais dolorosa de todas as dores, a perda de um filho. Que os nossos corações abriguem, transmutando esta dor, o dom maior que nos ensinastes: a Misericórdia.
Aleluia! Aleluia! Aleluia!” (canto)
ANO NOVO
Ritual de Reconciliação, Unindo os Opostos
Faça uma viagem, acompanhado(a) de seu animal de poder e veja com quem ou com o quê, você deve se reconciliar. Prepare a roupa branca que você irá vestir e o local de passagem do ano que se foi, ou melhor, que ficou, deixando mais uma vez em sua vida marcas indeléveis. Se possível, vá para a praia honrar a nossa Mãe Yemanjá. Esta prática cada vez se torna mais difundida em várias partes do mundo, notadamente na América do Sul, na Flórida e nas águas geladas dos mares de Portugal. Mas, caso a ida ao mar não seja possível, prepare uma bela bacia com água, sal, e como xamã urbano, faça este ritual.
O elemento Ar será honrado e ele levará os seus pedidos ao Cosmo. Portanto queime velas, incensos ou ervas, de preferência noz moscada para a Grande Deusa. Invoque o seu elemental pessoal ou o seu eu-básico e peça que ele vá, levado pelo irmão Ar, à presença de cada pessoa ou evento que você necessita perdoar e se reconciliar.
Quando sua revisão terminar, dê um mergulho profundo no seu inconsciente e reconcilie-se com os dois opostos básicos que todos nós enfrentamos na hora de mudanças: a Esperança e o Medo. A Esperança move todos os nossos propósitos de Ano Novo e o Medo nos paralisa na ação de mudar. Dialogue com seu medo, veja de onde ele vem, aplaque-o, pratique a entrega de sua vida à Mãe Yemanjá, a Grande Deusa, a Madona Negra e confie! A Esperança é sempre a nossa grande aliada, pois quando a caixa de Pandora foi aberta, libertando todos os males do mundo, ela quis permanecer no fundo do baú para, tal qual uma fada madrinha, dar sempre o toque salvador.
Faça seus pedidos, agradecendo como se já os tivesse recebido, sentindo isso no corpo, na mente e no espírito. Pule suas sete ondinhas ou derrame sete vezes a água com sal sobre sua cabeça e saúde Yemanjá, nossa Grande Mãe de fartos seios. Envie para o Cosmo esta energia sutil, para que ela se una a todas que estão sendo geradas inconscientemente neste momento.
Que a Paz prevaleça nos nossos mundos internos e externos. Axé!
REIS MAGOS
Ritual de Semeadura da Prosperidade: O "aqui-agora"
Vamos agora honrar o elemento Terra, pouco comemorado no Brasil, mas intensamente difundido na Europa (em Portugal as crianças só recebem os presentes de Natal, trazidos pelos Reis Magos, apesar de cultivarem intensamente o Pai Natal no dia 25).
Dentro da tradição do Xamanismo Matricial, além de honrarmos os Reis Magos no dia 6 de Janeiro, nós cultivamos uma milenar tradição da Idade Média, com ecos profundos no matriarcado, quando se cultuava a Grande Mãe Terra e que até hoje é muito difundido na Itália. Na véspera do dia 6 iremos cultuar a bruxa Befana, aquela que é a patrona da Prosperidade e só nos traz o que é devido.
Em algumas aldeias da Itália, ainda hoje prevalece o costume dela trazer para o "bom menino" aquilo que ele pediu e merece e para o “mau menino” ela dá apenas pedaços de carvão! É para esta poderosa criatura, que sem amor ou ódio nos traz o que a vida nos destina, com justiça e abundância. Ela é a Força!
Para o ritual prepare uma cesta com frutas, nozes, sementes (milho, girassol, feijão, etc) e muitas flores. O casal mais velho e o mais moço do seu clã carregarão a cesta. Reúna-os sentados em volta da fogueira (ou de um fogareiro em brasas - somos xamãs urbanos, mas não deixamos de seguir os trâmites dos rituais). Queime cominho, por todo o tempo do ritual, a única erva que ela aceita. Não peça nada, veja-se na situação desejada ou deixe um branco, para o que possa vir de melhor ainda. Seus sentimentos, pensamentos e emoções devem estar aliados.
Firme-os com a respiração e a Intenção Clara de oferecer à Befana, os frutos da Mãe Terra, para que ela os consagre, abençoe e multiplique. Ofereça os frutos de sua vida, seus talentos, realizações, suas dores transmutadas em ação. Um a um, quem terminou vai se levantando. Os dois casais então encabeçam uma procissão até a porta da casa (ou varanda de apartamento), oferecendo a cesta à Befana.
Elevem seus corações e visualizem esta oferenda sendo distribuída para todos que a necessitam. Envie esta energia sutil para se aliar a todos que, mesmo inconscientemente estejam nesta vibração. No dia seguinte, com sua família e amigos, coma as frutas, plante no jardim ou num vaso as sementes e enterre as flores, honrando a Mãe Terra.
A Prosperidade, não importa como ela se revele, baterá à sua porta. Abra-a!
Iniciaremos, ao praticar estes rituais, a grande utilização da energia dos Festejos Natalinos, como numa enorme Onda de Possibilidades de Mudança da Humanidade

RITUAL CELTA PARA ARMAR ARVORE DE NATAL

Todos os anos, desde dos tempos imemoriais, é costume, no início do mês de dezembro, as famílias realizarem o rito de armar a árvore de Natal. Todos aqueles que conservam as velhas tradições, utilizam todo o tipo de abeto, pinheiros silvestres ou brancos, de acordo com a origem de seus ancestrais. Esses costumes foram se modificando, mas a maioria remontam das velhas tradições européias.
Aqui no Brasil, é costume armar a árvore de natal no dia 6 de dezembro, dia consagrado a São Nicolau, o nosso velho conhecido Papai Noel. Já na Europa, podemos ver árvores natalinas montadas a partir de 25 de novembro.
O Natal é uma festa cristã que coincide com o solstício, que compreende alguns cultos solares que provêm de ritos persas de adoração da luz divina. Essa data, por ser religiosa, é tempo de orações, agradecimentos e desejos que movem muitas energias e são especiais para todo o tipo de culto.
Mas porque se escolhe o pinheiro como árvore de Natal?
O que se sabe, é que os celtas caminhavam em grupos pelos sulcos da terra buscando o último pinheiro, que geralmente era o mais alto que encontravam, sabendo que habitava nele um grande espírito protetor, que era nada na verdade, um gnomo. Percorriam o longo caminho carregados de fé e esperança em seus desejos que, ao chegarem até a árvore sagrada, atavam faixas vermelhas, onde escreviam seus pedidos para o natal, acreditando que o espírito protetor da árvore (gnomo) os concederia.
Os Celtas, tinham conhecimento da sabedoria da natureza, era sábia e também escutava, por isso colocavam as faixas e as deixavam até que caíssem sozinhas...
Seguindo os ensinamentos dos celtas, é muito bom, que quando formos armar a árvore de natal, é necessário que cada integrante da família participe e escreva com lápis três desejos em uma fita vermelha (sem brilho) de tela, larga, não deixando de colocar o nome da pessoa, pedindo:
"A TODOS OS DUENDES BENÉFICOS DA TERRA.......
Pedidos:.........
AMÉM, AMÉM, AMÉM!"
A fita deve ficar atada a árvore até dia 6 de janeiro, dia consagrado para desarmá-la. É quando então devemos realizar o seguinte ritual:
Em uma vasilha, coloca-se 7 pedaços de carvão e por cima jogamos tomilho, louro, incenso e queimamos nossas fitas até se dissolverem por completo, com a segurança que nossos nobres desejos serão satisfeitos.
No dia em que armarmos a árvore de natal, devemos deixar ao seu pé, uma cesta com 3 amêndoas, três nozes e três avelãs e uma taça com mel com uma avelã descascada dentro (para pedir dinheiro, abundância, trabalho e prosperidade).
Em um pote de barro, colocaremos 7 moedas douradas (de 1 centavo), cobertas com mel, dessa maneira agradeceremos nossos pequenos amigos, e eles se sentirão certos que depositamos toda nossa confiança neles. Para as amigas fadas, devemos deixar em um cantinho da casa um pastel banhado em mel e em uma das janelas, um pequeno pratinho com gengibre e mel.
Com esses pequenos rituais podemos ter toda a magia da natureza e a ajuda de nossos pequenos amigos em nossos brindes das festas de final de ano. Quando eles se sentem a vontade em nossa casa, trabalham incansavelmente para proteger todos os membros da família que nela habitam e não tenha dúvida que é o que acontecerá!

Novena Gnóstica da Mãe Divina

Esta prática é uma das mais profundas e fortes para aquele que realmente necessita de uma ajuda muito especial dos Mundos Divinos. Necessita-se de muita fé, paciência e perseverança.
Esta prática deve ser realizada por exatamente 9 dias, sem faltar uma única hora ou dia.
Em seu quarto, ou em seu altar pessoal (se você tiver um), acenda uma vela. Faça a Oração da Ave Maria por 7 vezes e em seguida suplique à sua Mãe Divina, à Nossa Senhora Interior (pois todos a temos no fundo de nossos corações), aquilo que estamos necessitando. Em seguida, agradeça e apague a vela. Uma hora depois, volte a acender a mesma vela e ore novamente por 7 vezes a Ave Maria; faça sua súplica (sempre a mesma) e, depois dos sinceros agradecimentos, apague a vela. Faça isso ininterruptamente, com exceção das horas de sono, pelos 9 dias seguidos.
Aconselhamos que se faça esta prática para assuntos de difícil resolução, para resolvermos problemas muito graves ou complicados demais. Se isso for feito na época próxima do Natal, seus resultados serão muito profundos.
Querido estudante do esoterismo, estas práticas são extremamente objetivas e podem nos dar soluções e encaminhamentos para nossa vida de seres humanos.
Temos ainda outras práticas, como a Oração ao Senhor Anúbis, que é muito poderosa.

Magia Elemental da Româzeira

Esta prática é outra sugestão para o Ano-Novo, e deve-se realizar à meia-noite de 31 de dezembro. Preferentemente, tenha uma romãzeira no jardim de sua casa.
Primeiro, abençoe a árvore e peça mentalmente permissão, com muito amor, ao Elemental dessa romãzeira para realizar a prática mágica. Segure firme no tronco da árvore com suas duas mãos e suplique ao elemental para que envie sua oração, sua petição, ao anjo Supremo de todos os elementais das romãzeiras de todo o mundo. A seguir, implore ao Supremo Anjo Governador das romãzeiras para que abençoe sua família, sua casa, seus negócios, sua saúde. E, acima de tudo, que abra seu coração para que você possa compreender o porquê de sua vida, de seus karmas, e o que você deve fazer para transcender os impedimentos e obstáculos que travam sua vida (se os houver, é claro). Peça muita sabedoria, muita compreensão e, principalmente, humildade para trilhar o Caminho do Autoconhecimento.
Depois de feitas as petições, vocalize o mantra sagrado do mundo etérico das romãzeiras, que é: EGO-O-A-VAGO. Vocalize este mantra verbalmente e, logo em seguida, somente em pensamento.
Se possível, entre em meditação por alguns instantes e sinta a energia que vibra dentro de você.
Antes de se retirar, leve 3 folhas dessa árvore com a qual você comungou com a Magia do Amor e coloque-as em seu travesseiro. Um pouco antes de dormir, suplique ao seu Pai Interior, ao seu Cristo Interno, para que o leve astralmente ao interior da “Igreja Astral das Romãzeiras”. Tente, pela manhã, lembrar-se de seus sonhos.